domingo, 30 de março de 2014

Arte Rupestre

Pois é, estamos estudando a vida dos homens na pré-história.
Até hoje, os cientistas já encontraram muitos vestígios desses homens nas paredes das cavernas, através de desenhos - o que chamamos de "ARTE RUPESTRE" - veja no vídeo o que é e como eram feitos esses desenhos:

E como se faz uma Pintura Rupestre? Descubra:


Espero que tenham gostado... Beijinhos!


domingo, 23 de março de 2014

sexta-feira, 14 de março de 2014

Na época dos Dinos...

Esse é o resultado do trabalho prático das turmas 53 e 52 sobre Dinossauros, fósseis, paleontologia...

 Trabalhos turma 53

 Turma 53

 Turma 53

 Turma 53

 Turma 53

 Turma 53

 Turma 52

 Turma 52

Turma 53, trabalhando com dedicação...

Estou muito orgulhosa de vocês! Nosso primeiro trabalho prático... Adorei vê-los trabalhar tão seriamente.
Aguardem, novos trabalhos virão... Beijos. 

quinta-feira, 13 de março de 2014

Fossilização

Os animais e vegetais podem se preservar como fósseis de diferentes maneiras. Um organismo se fossiliza como resultado de um conjunto de processos que ocorrem a partir de sua morte e seu sepultamento. Os animais que possuem partes duras, com um esqueleto mineralizado (concha dos moluscos, por exemplo), e as partes mais resistentes dos vegetais (troncos e galhos) têm maiores chances de se preservar. Animais que não apresentam esqueleto, como os invertebrados sem concha, e as partes mais delicadas dos vegetais (flores e frutos) têm um potencial muito baixo de fossilização. 
A fossilização é um processo extremamente lento e complexo, chegando a durar milhares de anos. Trata-se, ainda, de um mecanismo raro, uma vez que, para ocorrer, são necessárias condições extremamente favoráveis à conservação do vestígio deixado pelo organismo:
  • É preciso haver um soterramento rápido do corpo do ser vivo, caso contrário, ele será rapidamente degradados por microrganismos decompositores (bactérias e fungos). Esses restos são cobertos por areia, argila, e outros sedimentos.
  • Somente podem ser fossilizados os organismos que possuem partes rígidas, como ossos, dentes, troncos, carapaças e conchas, que são as partes que menos sofrem decomposição.
  • O tipo de sedimento que submerge o organismo deve ser fino (como o silte e a argila), pois os sedimentos mais grossos podem ser erodidos com o movimento das águas, além de decompor a matéria orgânica.
Dependendo das condições ambientais, o organismo, após sua morte, poderá se preservar de diferentes maneiras: através da moldagem (impressão, por contato, de seu corpo em sedimentos, como areias e argilas, que se consolidam no decorrer do tempo geológico e se transformam em rocha, mantendo a forma original do organismo), incrustação mineral, substituição das partes moles por substâncias minerais, mumificação ou congelamento. Pode também ocorrer a preservação dos registros da atividade biológica dos organismos quando vivos. São os icnofósseis, que incluem as pegadas e as fezes fossilizadas (coprólitos). 

Veja no esquema como se dá a fossilização:

Para saber mais, acesse:

Até mais, amores! Beijos da prô...

quarta-feira, 12 de março de 2014

Os fósseis

Os fósseis são registros arqueológicos deixados no solo ou no subsolo, são restos de animais e plantas que se conservaram de maneira natural ao longo de milhões ou até bilhões de anos. 
O elemento arqueológico em questão revela, além de restos de animais e plantas, pegadas e restos de comida. Esses registros podem ter diferentes tamanhos, variando, desde dinossauros e ancestrais humanos, até seres microscópicos, como os protozoários. 
Para a realização de estudos pré-históricos é preciso analisar os fósseis, eles são fontes imprescindíveis para desvendar acontecimentos que ocorreram em tempos distantes. 


Vamos Brincar?

Assista o vídeo e veja como você pode fazer um fóssil falso em casa:



Acesse a coluna "Caçadores de Fósseis" do site da Revista Ciência Hoje e leia mais sobre os Dinossauros e sobre Paleontologia:

Até mais...Beijos.

domingo, 12 de janeiro de 2014

Pintura com Giz Pastel Seco

Hoje vou falar sobre uma de minhas atividades favoritas: a pintura com giz pastel seco. Nunca ouviu falar? Não se preocupe, você não está sozinho!
Embora exista há muito tempo, este material é muito pouco conhecido e também pouco usado, embora seu efeito seja lindo.
Inicialmente utilizada por grandes artistas como complemento para desenhos, assumiu caráter de técnica de pintura, com personalidade própria, a partir do século XVIII. Utilizada inicialmente para realização de retratos, hoje pode ser utilizada na pintura de qualquer composição artística.
Fornece ao desenho características de naturalidade e suavidade, possibilita o desenvolvimento de luz e sombra, mistura de cores, dimensões e todos os outros elementos da pintura. É trabalhado com as mãos diretamente sobre o papel, que deve possuir uma certa textura - canson, papel para aquarela, papeis com gramatura 200 ou mais.Também podem ser usados papeis aveludados, rugosos ou com outras texturas.
Grandes artistas utilizaram essa técnica, sendo um dos mais expressivos Edgar Degás. La Tour, Edouard Manet, La Trec, Perronneau e Chardin são nomes  a serem considerados e observados.
Por ser um trabalho realizado em papel, torna-se bem mais frágil do que obras realizadas em telas, por exemplo. Desta forma exige alguns cuidados especiais como: utilização de fixador, uso de molduras e vidro anti-reflexo para proteção. Na hora de limpar o quadro nunca coloque o limpa-vidros diretamente nele, evitando assim que possa escorrer e umedecer a pintura.
A seguir alguns de meus trabalhos com Giz Pastel seco:



Gostaram? Voltaremos a falar no assunto, mais detalhadamente. Abraços, até mais...

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Supremo de Morango

Conforme prometi, estou incluindo a receita da sobremesa de Réveillon: Supremo de Morango - para as pessoas que gostam do que faço, a partir de hoje vou compartilhar aqui, as minhas receitas. Então aí vai:
Supremo de Morangos:
Ingredientes:
1 pacote de bolachas de chocolate (tipo Maria ou roscas);
1/2 pacote de bolacha tipo Maisena;
3 caixas de morangos picados em pedaços grandes;
8 colheres (sopa) de açúcar (200 g);
1 lata de leite condensado;
a mesma medida de leite;
1 colher (sopa) de amido de milho;
1 colher (sopa) de margarina sem sal;
800 ml de creme de leite fresco batido com 5 colheres (sopa) de açúcar de confeiteiro - chantilly.
Para cobertura:
250 g de chocolate ao leite picado;
1 lata de creme de leite;
morangos e raspas de chocolate para decorar.

Modo de fazer:
Polvilhe o açúcar sobre os morangos e deixe macerar por cerca de uma hora, escorra e reserve a calda. Moa as bolachas, em separado, deixando-as em pequenos pedaços e reserve. Junte todos os ingredientes, com exceção do chantilly e leve ao fogo, mexendo sempre até formar um creme espesso. Deixe esfriar e então misture o chantilly e os morangos escorridos.
Montagem:
Em um recipiente transparente e grande, faça uma camada de bolachas de chocolate moídas e regue-as com um pouco da calda de morangos:
Distribua por cima metade do creme de morangos:
Agora faça uma camada com bolachas do tipo Maisena e regue com a calda:
E complete com a outra metade do creme de morangos:
Para fazer a cobertura (Ganache), leve o creme de leite e o chocolate em banho-maria, mexendo até ficar um creme (sem ferver!), cubra o doce de morangos, de acordo com sua criatividade e finalize com os morangos - e raspas de chocolate se quiser.

Deve ficar no refrigerador por, no mínimo 3 horas antes de servir. Serve trinta porções.
Dicas:
  • Você pode usar taças individuais para montar ou montar em um prato alto, aí faça mais camadas, ficará lindo!
  • No lugar das bolachas, você pode colocar bolo esmigalhado.
  • O prato da montagem deve ter capacidade para três litros.
Bom apetite! Sucesso!!!!